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Apresentação

Atualizado em 20/07/19 08:58.

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O Programa de Pós-graduação (PPG) em Ecologia e Evolução da Universidade Federal de Goiás (UFG) foi criado em 2003 (apenas Mestrado) e recebeu a primeira turma em março de 2004. Em 2007, o PPG em Ecologia e Evolução passou a oferecer vagas de Doutorado. Ao longo dos anos, o Programa consolidou-se como um curso de nível internacional, com grande capacidade de atração de alunos, docentes, jovens pesquisadores e colaboradores no Brasil e no exterior. Dessa forma, mesmo que a primeira tese de doutorado tenha sido defendida apenas em 2010, o PPG em Ecologia e Evolução da UFG obteve notas mais altas nas sucessivas avaliações da CAPES, tendo recebido nota 7 na última avaliação quadrienal (2013-2016). É importante ressaltar que o PPG em Ecologia e Evolução é o primeiro, e por enquanto único, programa com nota máxima na avaliação da CAPES na UFG.

Em termos históricos, a criação do curso seguiu a sugestão da CAPES de que a área de concentração em “Ecologia” do PPG em Biologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFG estava bem amadurecida e que poderia ser ampliada e melhor estruturada como um curso novo. Em seus primeiros anos o PPG em Ecologia e Evolução apresentava um corpo docente relativamente pequeno, com poucos discentes devido à escassez de bolsas outorgadas aos alunos. Nos anos seguintes, o curso recebeu novas bolsas de mestrado (algumas oriundas de negociação com o antigo PPG em Biologia, após longa negociação com a Pró-reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da UFG). Em 2007, com o curso de mestrado já consolidado, o PPG teve sua proposta de Doutorado aprovada pelo CTC da CAPES, recebendo sua primeira turma de doutorandos.

O PPG em Ecologia e Evolução da UFG possui, atualmente, uma única área de concentração (Ecologia e Evolução) com quatro linhas de pesquisa: (1) Biodiversidade e Biologia da Conservação, (2) Ecologia Molecular e Evolução, (3) Limnologia e (4) Macroecologia. A maior parte dos docentes desenvolve projetos e orientações em mais de uma dessas linhas. Embora as linhas de pesquisa se apresentem como áreas “clássicas” dentro da Ecologia, de fato a atuação dos docentes nessas linhas possui um forte componente evolutivo, tanto em termos teóricos quanto metodológicos, se alinhando assim à proposta geral do programa. Além disso, essas linhas não são independentes, havendo sobreposição e sinergia em diversos casos (por exemplo, a ideia de conservação permeia todas elas, embora haja uma linha para trabalhos mais específicos em biologia da conservação). Um total de 52 projetos, revisados em 2017-2018, estão associados a essas linhas, a grande maioria com financiamento oriundo de diversas fontes (em especial do CNPq e FAPEG). Um total de 38 disciplinas, revisadas e discutidas pelo PPG em 2018, apoiam os trabalhos de pesquisa e a formação geral dos discentes nessas linhas de pesquisa.  

O Programa possui atualmente 24 docentes credenciados, dos quais 20 são permanentes (83%) e 4 (17%) colaboradores. Dos docentes permanentes, 40% são, em 2018, exclusivos do PPG, e os demais atuam em programas na UFG e alguns em outras instituições. De qualquer modo, há uma efetiva dedicação e participação dos docentes permanentes no programa, em termos de ensino, pesquisa e atividades administrativas internas. É importante ressaltar que atualmente 14 dos 20 docentes do corpo permanente (~70%) são bolsistas de produtividade do CNPq, dos quais 7 no Nível 1 e 7 no Nível 2. Do total de 5 pesquisadores Nível 1A de toda a UFG, 4 são docentes permanentes no PPG (Paulo De Marco Jr., Luis Mauricio Bini, José Alexandre Diniz Filho e Rafael Loyola). Além disso, 18 docentes do corpo permanente (90%) apresentam índice h de Hisrch (no JCR/WoS) > ou = 7. Ainda, 15 docentes permanentes (~70%) apresentam h > ou = 10, sendo que cerca de metade destes apresenta índice h > ou = 20 (dados CV Lattes em fevereiro de 2019) (ver indicadores SCOPUS).

Em equilíbrio, o PPG em Ecologia & Evolução normalmente possui em torno de 70 estudantes (20 de mestrado e 50 de Doutorado). Desde a sua criação até o início de 2019, já foram sido defendidas 168 dissertações de mestrado e 88 teses de doutorado. Em geral, todos os discentes possuem bolsas da CAPES, do CNPq e da FAPEG. O programa conta também como 2 bolsistas de Pós-Doutorado no programa PNPD/CAPES, além de uma série de outros pós-doutorandos associados, recebendo bolsas de diversas agências de fomento.